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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

G12 A Verdadeira Origem



Introdução:


Alguns anos atrás eu recebi pelos correios de um pastor amigo chamado Orneas Cezar Filho, um livro escrito pelo mesmo, chamado "G12 - sua origem e sua ligação com o Catolicismo Romano". Fiquei realmente impressionado com a riqueza e autenticidade das informações. Resolvo agora postar neste blog para alertar sobre a verdadeira origem do movimento G12 defendido e utilizado por muitos no Brasil como uma estratégia de administração evangelística e de crescimento para a igreja. Método este que tem causado grandes divisões no corpo de Cristo, bem como, duras críticas aos seus métodos e ensinos pregados nos encontros e demais atividades gedozistas.

Espero que este artigo possa esclarecer algumas verdades que infelizmente são omitidas e defendidas por algumas pessoas que defendem o G12 como a última solução e estratégia para a Igreja.

Ruy Marinho

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Autor: Pr. Orneas Cezar Filho


Enfim toda a verdade deste movimento que agitou tanto as igrejas evangélicas, veja de onde começou todo este movimento, e aprenda mais para poder ter mais informações:
Gosto muito do conselho de Gamaliel, exposto em Atos 5: “Se esta obra é de homens, se desfará, mas se é de Deus, não podereis desfazê-la, para que não sejais achados lutando contra Deus.” Quando o movimento, chamado G12, começou a crescer no Brasil, em nosso ministério, adotamos uma postura de cautela, tanto pelas novidades que trazia, e temos muito cuidado com novidades, excelentes para quem tem “coceira nos ouvidos”, expressão da Palavra de Deus. Mas, por outro lado, admiro a prudência do conselho de Gamaliel, do qual não esqueço nunca. Assim, tomei a decisão de examinar melhor esse movimento, e o reter, se fosse bom.

Comunicando isto aos pastores sob a minha liderança, eles abraçaram muito bem o conselho dado, e nos propusemos a examinar esse fato novo, confrontando-o com a Palavra de Deus. E Demos uma palavra ao nosso povo, para que esperasse por esse exame. A nossa palavra foi muito bem aceita pelo nosso povo, com exceção de um dos nossos pastores que, pela frente, fez que concordou, mas, por trás, levou um grupo de obreiros daquela nossa igreja-filha para um encontro. O resultado foi que esse pastor nos traiu e provocou uma rebelião naquela igreja, na verdade, uma congregação da nossa igreja-sede. Isto já nos deixou preocupados, mas, ainda que grave, era algo do âmbito interno do nosso ministério, não podendo, necessariamente, atingir o movimento em exame por nós.

Em seguida, um líder dos jovens da nossa igreja-sede, começou a freqüentar, escondido, e sem bênção do seu pastor, encontros e seminários de louvor de grupos ligados ao G12, a vertente musical desse movimento. Novamente, rebelião entre nós e prejuízo para a obra de Deus aqui. Foi quando começamos a tomar conhecimento de igrejas e mais igrejas, antes viçosas e florescentes, que, ao entrarem nesse movimento, começaram a rachar. Aí, começamos a nos preocupar, como já vendo que havia alguma coisa estranha nisso. Mas, como o movimento de renovação espiritual, no passado, que teve como preço inevitável uma cisão, para que a obra do Espírito avançasse, mesmo isto ainda não constituía um fator que desabonasse inteira e definitivamente o movimento G12.

Mas, quando eu, pessoalmente, insistia em me manter cauteloso e prudente quanto a essa questão, tive uma experiência que não foi a primeira do meu ministério. Já por algumas vezes, estando eu no meu gabinete de trabalho, em minha casa, o Espírito Santo me falou, mostrando-me caminhos, particularmente, do que escrever para o seu seu povo.

Era de noite, e eu estava na minha “poltrona do papai”, acho que lendo alguma coisa, quando o Espírito Santo me falou: “Levanta e vai à estante, à tua frente. Eu vou te mostrar um livro com algo que você precisa ver”. Eu me levantei e fui à estante, e comecei a mexer nos meus livros. E achei um antigo livro, escrito em l973 (guarde bem esta data). Era um velho livro deixado por meu pai, que fora um pastor e já está na glória do Senhor. Meu pai me deixara, por herança especial, os seus livros, todos eles, e esse veio no meio dessa herança. Era o livro “Os Cursilhistas”, escrito pelo Rev. Anselmo Chaves, um pastor presbiteriano, português, mas que viveu muitos anos no Brasil. Eu conheci esse pastor, e acho até que fui apresentado ao Senhor por ele, na Igreja Presbiteriana de Bangu, no Rio.

Peguei o livro e voltei à minha poltrona. Comecei a lê-lo, e, aí sim, tive a confirmação que me faltava sobre a verdadeira origem do movimento G12. Já tendo pesquisado bastante sobre esse movimento, com era, como se davam os seus encontros, com informações substanciais do conteúdo desses encontros, ainda que tudo tente ficar em segredo, descobri que o Encontro do G12 estava todo, absolutamente todo, xerox fiel, nos Cursilhos da Cristandade, particularmente nas chamadas “Ultreyas”, como o chamam no movimento católico onde são realizados há muitos anos. . Foi quando vi que esses Cursilhos vêm dos Jesuítas e do Opus Dei. Seu fundador foi um jesuíta, chamado Dom Escrivá.

O Rev. Anselmo Chaves havia escrito esse livro (Os Cursilhistas), justamente para combater, até radicalmente, o Movimento dos Cursilhos da Cristandade, veja bem, em l973. Ele, depois de ser um católico praticante, português de nascimento, converteu-se à fé evangélica, e se tornou um pastor protestante.

Nisto, eu já tinha um livro, de Valnice Milhomens, que respeito muito, ainda que pense diferente, onde ela citava um outro livro, do Apóstolo César Castellanos (Sonha e ganharás o mundo), em que ele diz:

“Em l991, sentimos que se aproximava um maior crescimento, mas algo impedia que o mesmo ocorresse em todas as dimensões. Estando em um dos meus prolongados períodos de oração, pedindo a direção de Deus para algumas decisões, clamando por uma estratégia que ajudasse na frutificação das setenta células que tínhamos até então, recebi a extraordinária revelação do modelo dos doze.Deus me tirou o véu. Foi então que tive a clareza do modelo que agora revoluciona o mundo quanto ao conceito mais eficaz para a multiplicação da igreja: os doze. Nesta ocasião, ouvi o Senhor dizendo-me: vais reproduzir a visão que tenho te dado em doze homens, e estes devem faze-lo em outros doze, e este, por sua vez, em outros doze.”(Sonha e ganharás o mundo - São Paulo - Palavra da Fé - 199 - Pág. 59-60).

Ora, se alguém aparece, dizendo que, em l991, recebeu “a extraordinária revelação do modelo dos doze...”, mas algo que já , veja bem, em l973, um pastor já combatia, como um movimento do Catolicismo Romano, eu só pude pensar nisto: É FRAUDE! Note bem, eu tinha um documento nas minhas mãos! Um livro de l973, já com suas folhas amareladas pelo tempo, que trazia exatamente o que traz a “revelação do Espírito Santo de l991”, e uma dura contestação a ela. Eu tinha, nas minhas mãos, uma prova documental, e a tenho bem guardada.

Não desejo criticar diretamente os Cursilhos da Cristandade dos católicos, esta não é minha intenção, em o fazendo, é apenas circunstancial, mas o que vejo com a mais absoluta restrição é o fato de alguém dizer que teve uma revelação do Espírito Santo em l991, que revolucionaria o mundo, mas algo algo já servido à mesa católica desde os idos de l930, e já falada e combatida por um outro pastor em l973. É aqui que começa o engano no nosso meio, de uma “revelação” de algo já existente, há anos, no seio católico romano. Assim, vi que o movimento do G12 é uma fraude profética, antes de tudo. Vergonha para os católicos? Não! Eles têm o direito de ter os seus programas de treinamento das suas ovelhas, sem dúvida. Vergonha para nós, em que alguém aparece com algo novo no nossos meio, dizendo que Deus lhe mostrou, mas que já é “comida de ontem em outra mesa”.

No livro do Rev. Anselmo Chaves, que mostraremos algumas páginas aqui, ele diz, veja bem, em l973, que houve um congresso latino-americano do Movimento dos Cursilhos da Cristandade em Bogotá, capital da Colômbia, em l968, que teria servido para a difusão desse movimento em toda a América Latina. Ora, como pode alguém dizer que recebeu uma revelação do Espírito Santo, em l991, de algo que mudaria o mundo, mas que já existe desde os anos 30, como movimento de outra religião? E o pior: “o que é dito que o Espírito Santo teria mostrado a esse senhor, em l991, já existia, e, veja bem, em Bogotá. Assim, Bogotá, a terra de origem do G12 é, também, o mesmo lugar de um grande congresso, em l968, dos Cursilhos da Cristandade!”

Alguém precisa confrontar esse senhor, sobre a sua revelação de l991 com o fato histórico do congresso latino-americano de l968, onde se tratou do mesmo programa de avivamento, o mesmo, como vamos ver logo a seguir. Por volta de l992 aparece alguém que diz ter recebido uma revelação do Espírito Santo, como algo novo, que mudaria o mundo, mas que já foi servido na mesa do Catolicismo Romano. Volta a dizer que não critico, aqui, os católicos, ainda que não seja ecumenista, não! Critico veementemente a fraude evangélica, um tipo de “plágio’, de direito autoral usurpado.

O mais duro para mim é ver que, mesmo diante de uma prova inequívoca dessa fraude, ainda há crentes, principalmente pastores, que fecham os olhos, não querendo ver o que está aí. Parecem-se mesmo o povo “cego que tem olhos e surdo que tem ouvidos”, como diz a Palavra de Deus. Para mim, toda a possível autenticidade desse movimento G12, que poderia haver, quando procurei investigar, caiu por terra. Como pode o Espírito Santo dar algo novo à sua Igreja, algo que mudaria o mundo, mas algo que já era conhecido e praticado desde cerca de 60 anos antes. E o pior, originado na mesma terra: Bogotá. Lamento que ainda há gente que crê nisto. O mais duro é quando o povo de Deus coloca a experiência acima da Palavra de Deus, acreditando em profecias do passado, isto é, em profetas que falam do passado. Ora, é fácil falar do passado, mas profetas falam do presente oculto e do futuro, trazendo a sua revelação.

Agora, você verá como o Movimento do G12 é cópia fiel, xerox “inautenticada” dos Cursilhos da Cristandade, outra prova real da farsa. Pesquisando sobre os cursilhos, entrei no Site oficial dos Cursilhos da Cristandade. Ali achei o seu estatuto, registrado em cartório próprio, na cidade de São Paulo. Veja o que diz o artigo segundo:

Art. 2o - Para alcançar sua finalidade, o MCC tem uma estrutura, tem um método próprio, o qual se desenvolve em três tempos ou etapas:

I. O pré-cursilho (PRÉ) no qual se faz a busca ambiental:

a) da área ou ambiente a ser evangelizado;

b) dos líderes desses ambientes

II. O cursilho (CUR) (curso vivencial que dura normalmente três dias), durante o qual se faz a proclamação do fundamental cristão ou Plano de Deus, a integrantes dos ambientes a serem evangelizados, ouvidas e respeitadas as Diretrizes Pastorais Diocesianas.

III. O pós-cursilho (PÓS) no qual se dá a inserção na Evangelização ambiental.

Parágrafo único - o carisma específico do MCC está na sua finalidade que é a conversão pessoal e a evangelização de ambientes.

SITE ORIGINAL: www.cursilho.org.br (consulte este site e verifique isto).

Aí está exatamente as três etapas do Encontro do G12: “Pré-Encontro”(I - Pré-Cursilho) - “Encontro”(II - Cursilho) - “Pós-Encontro”(III - Pós-Cursilho), outra prova de que o G12 veio mesmo dos Cursilhos da Cristandade católicos. Ao invés de “célula”, eles usam o nome “ambiente”. O cursilho de três dias, de que o “Encontro” é similar, e o pós-encontro, similar do pós cursilho.

“Os que quiseram ver, sei que verão, e os que quiserem crer, sei que crerão”, diz o belo hino do Grupo Logos. Veja bem: I - A origem - Bogotá. II - As etapas - Pré-Cursilho (Pré-Encontro) - Cursilho (Encontro) - Pós-Cursilho (Pós-Encontro).É tudo segredo, desde o local da sua realização (igual nos cursilhos e nos encontros) - Proibida a comunicação interpessoal (nos dois movimentos) - fazer lista de traumas e pecados do passado (nos dois movimentos) - choro convulsivo e canto emocionado (nos dois movimentos). Alie-se a isto, a própria origem dos movimentos: Dom Escrivá tinha 13 seguidores, mas um abandonou o movimento ainda no seu início, fato que ele, Dom Escrivá, atribuiu a Cristo e seus 12 discípulos, exatamente o cerne do G12.

Escrevi um livro (G12 Sua Origem e Sua Ligação Com o Catolicismo Romano). Ali mostro que a escada do sucesso e a expressão “sonha e ganharás o mundo”, vem de outro movimento comercial, o chamado “marketing de rede”, cuja maior empresa é a Am Way. Conversando com uma jovem crente, que foi contratada para trabalhar numa convenção da Am Way, em linguagem de sinais, para surdos, ela me disse que ficou espantada de ver montada uma verdadeira operação de convencimento das pessoas sobre o sistema, um tipo de lavagem cerebral. Havia, inclusive, um pastor, que veio dos Estados Unidos, que pregou um sermão sobre vida vitoriosa. Disse-me ela que os líderes dessa empresa chegavam em limusines e o povo presente os tratava como ídolos, tentando tocar neles, em grande euforia. Toda a reunião era conduzida em tom altamente emocional, levando-se as pessoas a um clima de histeria e comoção. Pois saiba você que é disso que vem a expressão, melhor, o conceito do “sonha e ganharás o mundo” e da “escada do sucesso”.

Creio que o Espírito Santo tem mesmo um avivamento espiritual reservado para a sua Igreja, particularmente no Brasil, antes do dia de Cristo. E espero por esse dia. Mas não posso crer num “avivamento de métodos humanos”, de articulações e programas elaborados previamente. Avivamentos espirituais, desde o primeiro, no dia de Pentecostes, ocorreram de modo absolutamente espontâneo. No cenáculo, os discípulos estava orando, e desceu o poder do Espírito Santo sobre eles. Simples e maravilhosamente o Espírito Santo se moveu. Não marcaram dia, hora, lugar. Não elaboraram método de como alcançar o poder e o mover do Espírito. Ele veio, Ele veio, nada mais, nada menos. Foi assim no avivamento do País de Gales, e outros. Não se organizou encontros de três dias, com esse e aquele modo de proceder. Ninguém foi a um avivamento local para aprender como fazê-lo. Simplesmente eles se puseram disponíveis ao Espírito de Deus, em casa, no trabalho, na rua, na igreja, e em todo lugar em que viviam, e o Espírito desceu, movendo-se no seu meio. Portanto, além de tudo o que já mostrei aqui, não posso crer num avivamento de métodos humanos, do “faz assim e assado”, prepara um grupo, leva para um determinado lugar, traça um programa dentro dos moldes originais, e o Espírito Santo vai se mover. Não!

Agora, levantar alguém e dizer: “Eu estava num prolongado período de oração, e Deus me deu uma revelação que vai revolucionar o mundo.” Mas descobrimos que a revelação dada em l991 já existia desde a década de 40, ou de 30, cerca de 60 anos antes. Descobrimos mais, que ela já fora combatida por um pastor evangélico em l973, 18 anos antes. E mais, descobrimos que ela já havia sido “dada” a uma ala radical do catolicismo romano, os Jesuítas, responsáveis históricos pelo martírio de muitos milhares de protestantes inocentes, como os huguenotes, os valdenses, e muitos da inquisição. Não estão esses mártires entre os do Apocalipse, como cremos? Leia Apocalipse 6:9-11.

Vivemos mesmo a era de Laodicéia, da Igreja que diz: “rica estou, e não tenho falta de nada. Mas não sabe, nem vê que é miserável, pobre, cega e nua”. Dói ainda mais, em ver que essa mesma igreja nem ao menos que comprar colírio para os seus olhos, para que veja. Dói muito ver uma gerações de “anjos da igreja”, que são cegos, ambiciosos, cobiçosos de torpe ganância, glutões que enchem o seu ventre pelo desejo desmedido de crescer, como se as igrejas locais do Senhor Jesus fossem lojas de comércio, filiais de uma grande cadeia de lojas que comerciam a Palavra de Deus como mercadoria principal. E põem a Palavra de Deus e o próprio rebanho como saldo de liquidação, a qualquer preço, para fim de estoque. Dói passar em frente a igrejas evangélicas e vê-las como lojas comerciais, cheias de balões de ar, de aniversário, com se ali fosse lugar de brincadeira. Nunca entendi o que significam as bolas de ar aos montes decorando igrejas. Coisa desse tempo.

Nasci e cresci num lar evangélico. Acompanhei de perto os muitos anos do envolvimento da minha família com igrejas locais (na casa de meus pais nasceram duas igrejas). Convivi com pastores e mais pastores desde a minha meninice. Sou filho de pastor, e sou pastor. Mas nunca vi uma geração de pastores tão ruim como a de hoje. A ambição de crescer a qualquer preço, a qualquer custo tem dominado os corações de muitos líderes, hoje. E vem o pensamento: “os outros estão fazendo e estão se dando bem; eu vou fazer também”.

Estão fazendo avivamento de tecnologia no nosso tempo, e isto no meio evangélico. “Vai lá, num Encontro, e aprende como fazer; depois, implanta a visão na sua igreja!” isto é absurdo! Avivamento programado. Avivamento onde mexem com o emocional das pessoas, que programam tudo para não dar uma espaço ao raciocínio das pessoas. Já no portão, na entrada, o domínio começa e uma atividade emenda na outra até ao momento de se sair dali. As pessoas nem tempo têm de pensar!

Vivemos, sim, o tempo do “Evangelho de marketing”. E de marketing eu conheço, pois foi a minha área de formação profissional durante quase 20 anos, pois fui executivo de empresa comercial de grande porte. Por outro lado, temos uma geração de crentes que sente coceira nos ouvidos, querendo ouvir alguma novidade, como se o “velho” Evangelho já não fosse suficiente. De outro lado, vemos uma geração de pastores que engordam os seus próprios ventres com a gordura das ovelhas, como disse Ezequiel (Capítulo 34).

Agora, tenho conhecimento de que teria havido um “racha” no Movimento G12, em que fundaram outro: M12. E tudo seria porque começou-se a cobrar royalties (direito de propriedade) sobre a marca “G12”. Quem usar, tem que pagar! Pouca vergonha evangélica travestida de avivamento. E o pior, com a chancela indevida do Espírito Santo. Avivamento pago, com registro no INPI (Instituo Nacional de Propriedade Industrial), assim, “avivamento fabricado e pago”. Por isto, eu disse que temos, neste tempo, a pior geração de pastores no nosso meio. E, em meio ao que digo, rendo honra aos verdadeiros pastores, homens que podem olhar para o texto de Ezequiel 34 e o ler com a consciência tranqüila.

Sei que esta minha palavra pode parecer absurda, radical e destemperada a muitos que lêem este artigo. Isto deverá gerar protestos de muitos. Mas isto está na Bíblia, quando o Senhor procurou um homem que estivesse tapando a brecha, e não achou: Veja: “E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei.” (Ez. 22:30). A Igreja de Jesus está, sim, no cativeiro, neste tempo. Igreja de Laodicéia, presa no cativeiro de um cristianismo com letra minúscula, de cegueira espiritual. Igreja que busca novidades, com grande coceira nos ouvidos, cumprindo a profecia dos que sentiriam coceira nos ouvidos, querendo ouvir novas doutrinas, pois já o “velho Evangelho” não lhes é suficiente. Já há, entre nós, pregadores até de grande sucesso, dizendo: “Deus me deu uma revelação sobre a graça que nunca antes sobre alguém”.

Minha formação profissional se deu, por muitos anos, no comércio de grande porte, onde fui gerente geral de duas cadeias de lojas de departamentos. Hoje, em qualquer empresa, executivos dedicam-se de corpo e alma, põem mesmo suas almas, no afã de crescer e crescer, superando os concorrentes. Essa “escada do sucesso” domina de tal modo suas mentes, que muitos estão perdendo suas famílias, seus casamentos, por tanto trabalho. Isto é um preciso paralelo com o que está ocorrendo no nosso meio. Pastores empresários, que fecham os olhos para a Palavra da Verdade, desprezando a Palavra de Deus diante das experiências espirituais, ou espirituosas à nossa volta. “Não importa o que diz a Bíblia, importa que dá resultado, que os outros estão fazendo e devemos fazer também, para não ficar para trás”. Hoje, ninguém quer ficar para trás, como se vivêssemos um “evangelho capitalista”, da livre concorrência.

É daí que virá, virá mesmo, e ninguém vai impedir, porque Deus, o Grande Deus, Senhor dos tempos e estações, determinou assim, a aliança com o anticristo. É aí que virá, nos braços dessa aliança, o ecumenismo mundial, liderado pela cidade das sete colinas, ou sete cabeças, Roma. E, pasme, o ecumenismo virá por um “avivamento”. Pentecostais e carismáticos verão que, acima das “pequenas diferenças doutrinárias” há um “mover do Espírito” lá e cá. Precisamos entender que sete anos do governo do homem da iniqüidade é muito pouco para que tudo se organize. Ali, haverá o ajuntamento das partes, das peças desse grande jogo da história da humanidade, para aqueles sete anos, quando tudo será posto em cena. As cortinas se abrirão naqueles sete anos, mas a preparação do cenário já começou.

Com esta mesma ousadia, sem temer ninguém, não me deixei enganar por esse espírito de mentira, de alguém que, cara de pau, surge dizendo que “recebeu do Espírito Santo uma revelação de algo que vai mudar o mundo, durante um prolongado período de oração”. E um grande número de pastores insensatos e crentes mal-conduzidos entra nessa. Mas, indo aos livros deixados por meu pai, descubro que a “revelação de l991” era de algo que já se fazia, havia décadas, como se o Espírito Santo andasse atrás dos fatos. Nem mesmo a Igreja de Jesus deve andar atrás dos fatos da história, pois o Senhor Jesus disse que o Espírito Santo nos falaria das coisas que haveriam de vir(futuro).

Por fim, chego à triste conclusão de que o Senhor Jesus precisa mesmo voltar logo, e creio que Ele voltará muito em breve, e por dois motivos básicos: 1- Livrar os seus verdadeiros fiéis, o seu povo, deste mundo que vai engolindo e deitando a verdade por terra, e tornando impossível de os verdadeiros servos de Deus permanecerem aqui. 2- Livrar as suas ovelhas de pastores do nosso tempo. O Senhor Jesus voltará logo, logo, por esses dois motivos básicos.

Mas, se você é um pastor, e tem a mais plena consciência de que é um homem de Deus, eu o abraço, e digo a você, por consolo, que, como Deus disse por Ezequiel, que procurou um homem que estivesse tapando a brecha do muro, e não achou, naquele mesmo tempo, havia o próprio Ezequiel, e mais, Daniel, Ananias, Misael e Azarias, além de Jeremias. Mas, ainda que tivessem se esforçado, servindo a Deus com fidelidade, num tempo de uma geração corrupta, suas forças foram insuficientes para isso, pois a brecha era muito grande, mas, talvez, não tão grande como a dos nossos dias. O pior, hoje, é que o cativeiro que se aproxima, e o sermão escatológico de Jesus mostra, como o Apocalipse, que o tempo da religião mundial única se aproxima, e já mostra o seu ar.

Por último, eu vou profetizar algo aqui. Quem tem ouvidos, ouça: O ecumenismo mundial virá pelo caminho que menos se podia esperar, até aqui: virá por um “mover do Espírito” por um avivamento”. Veja o que o diabo é capaz de fazer, promover o ecumenismo mundial exatamente pelo povo que mais o combate e rejeita: o povo pentecostal”.



Veja abaixo as imagens do livro do Reverendo Anselmo Chaves:



Estas são a capa e a primeira página do livro original do Rev. Anselmo Chaves, publicado em 1973.

Neste livro, como você verá pelas páginas seguintes, Anselmo Chaves já combatia as práticas dos Cursilhos da Cristandade, práticas absolutamente semelhantes às do G12, hoje.

Você verá que, contrariamente ao que alega o Sr. César Castellanos, de que teria recebido uma revelação do Espírito Santo, em l992, essa “revelação” vem de décadas atrás, quando os Encontros (Ultreyas) já eram realizados pelos Cursilhos, dentro da Opus Dei, uma associação que volta à tona, nesses nossos dias, na imprensa mundial.

Esse livro, cujo original guardo com especial cuidado, é uma prova documental da fraude dos Encontros do G12. A pretensa revelação que mudaria o mundo já existe há décadas, chegando ao Brasil no fim dos anos 50. Você verá a completa semelhança.


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Aí está, na foto ao lado, Dom José Maria de Escrivá, fundador da Opus Dei e do movimento dos Cursilhos da Cristandade.

O Opus Dei tem sua origem na Espanha, entre os Jesuítas, a ordem religiosa responsável pela Inquisição e outras perseguições a protestantes.

O próprio Papa João Paulo II reconheceu os “excessos” cometidos pela Santa Inquisição.

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Aqui está o conceito do “grupo dos doze”. O jesuíta Dom Escrivá foi o que ligou os doze que lhe restaram, no seu movimento, aos doze discípulos de Jesus.

Observe que isto data de l932, cerca de 60 anos antes da revelação do Modelo dos doze, ou grupo dos doze, de César Castellanos.

Observe que isto foi escrito pelo Rev. Anselmo Chaves e publicado em l973, 18 anos da “revelação” recebida, “do Espírito Santo”, por César Castellanos. 


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Na página 44, o Reverendo Anselmo Chaves, veja bem, em 1973, ele já falava do processo que chamou de "lavagem cerebral" a que as pessoas participantes dos cursilhos eram submetidas.

Hoje, nos encontros dos G12, os métodos são os mesmos, rigorosamente os mesmos, com algumas características evangélicas.

Especialmente quem já participou de um encontro do G12 pode testemunhar a tremenda semelhança.

Confissões do passado, escritas em papel, depois queimadas.


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O Padre Martinechen, segundo o Rev Anselmo Chaves, era um opositor, na época, dos cursilhos. Mesmo no seio romano, a Opus Day encontra resistências.

Vale dizer que esse movimento nasceu na Espanha, berço também da inquisição.

Veja o que é dito acima no final da página 51.

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Nesta página acima do livro "Os Cursilhistas", o Rev Anselmo Chaves narra o diálogo entre dois homens dentro de um elevador no Rio de Janeiro.

Leia este diálogo, ocorrido, veja bem, por volta de 1970, e veja a incrível semelhança, "tremenda", como gostam os encontristas do G12 de falar: "É tremendo". 


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Olhe bem, até a expressão chave dos encontros do G12: "É tudo segredo". Não se sabe previamente o local do encontro. É assim, há décadas, nas Ultreyas Católicas e nas versões evangélicas, os Encontros. É rigorosamente o mesmo.

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Veja que os métodos são absoluta e rigorosamente os mesmos: uma massificação contínua sobre as mentes dos participantes, desde a sua chegada, não lhes dando tempo para pensar, refletir ou ponderar. Um segmento das ministrações vem logo após o outro. Não há tempo para nada além do que colocam aos participantes. Semelhança, incrível semelhança.

O resultado, na grande maioria dos presentes, é o impacto emocional que trazia o choro com soluços, e as confissões de culpa, etc. Exatamente o mesmo nos Encontros do G12. Os participantes, num e no outro evento, são levados, primeiramente, a um sentimento de culpa muito forte, confrontando esse sentimento com a cruz de Cristo, o que produz um forte choque emocional.


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Até os resultados desse tratamento de choque são absolutamente os mesmos do Encontro do G12. "ninguém dormia e a maioria chorava", diz o livro acima, citando o depoimento de um participante da Ultreya. E veja bem: em 1970, exatamente 21 anos antes do G12.

Olhe para a página acima e veja a outra semelhança plena: manter segredo absoluto.

Acima, está mais outra incrível semelhança: a presença da música em todo a Ultreya (Encontro para o G12).

Veja o detalhe da despedida. É rigorosamente o mesmo, rigorosamente, não se poder negar.

Há alguma condição de alguém, em sã consiência, negar tudo isto que vimos até aqui? Fatos que mostram que o G12 nasceu num berço bem mais antigo, e não em 1991 ou 1992?


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Agora, chegamos ao que mais me chocou, na minha constatação de que o G12 era, e é uma cópia dos Cursilhos da Cristandade, da Igreja Católica.

Em 1968, realizou-se um congresso latino-americano dos Cursilos... Onde? Em Bogotá, Colômbia, o "berço" do G12, pela "revelação recebida por Cesar Castellanos, que mudaria o mundo".
Não desejo, criticar os católicos aqui. Repito que eles têm o mais pleno direito ao exercício da sua crença. O que critico é o fato de copiarmos algo de propriedade deles, e dizermos que Deus nos mostrou algo que mudaria o mundo.

Aqui é que aparece algo que deve ser visto por nós: "uma nova receita que já era servida na mesa do povo católico muitos anos antes".

Isto fica feio para nós. Qualquer padre, ou mesmo fiéis católicos que conheçam os Cursilhos, verão que a "nossa revelação" é propriedade intelectual deles, e é mesmo, os fatos o provam.

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O Espírito Santo é chamado, na Bíblia, de o Espírito da Verdade, e, também, de o Espírito de Revelação. Certamente Ele não há de conduzir a sua Igreja com revelações enganosas, que se mostram fraudulentas na história.

Já pastores têm me ligado, pedindo-me para ver este antigo livro de Anselmo Chaves, para constatarem, in loco, que esse modelo de avivamento já existia no passado.


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Para maiores informações, fale diretamente com o autor do artigo acima:

Pastor: Pr. Oneias Cezar Filho
Ministério Chama Viva
Avenida Cesírio de Melo, 3973
Campo Grande, Rio de Janeiro/Brasil
CEP - 23.050.100
Fone: (021)3384 3474 2416 1265

Para mais informações sobre o G12 e sua prática, clique aqui!

Apostila completa que aborda este tema com mais profundidade, clique aqui!
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Fonte: http://bereianos.blogspot.com

2 comentários:

  1. Graça e paz!
    “Andando” por aí cheguei até o seu Blog e quero te parabenizar pela bênção que pude ver aqui.
    Já estou te seguindo e será uma honra te receber no pastoragente.blogspot.com.
    Se quiser segui-lo vai ser uma alegria pra mim.
    No blog conto da forma mais realista e divertida possível as realidades, dúvidas e experiências de uma simples pastora como eu.
    Fique na paz. Um abraço.

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  2. Shalom!

    Uma alegria conhecer seu blog. O Eterno resplandeça o rosto DELE sobre ti!

    Medite no Salmo 36.8,9

    Nele, Pr Marcello

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Grande Abraço no Amor de Jesus Cristo,
Wanderson Rodrigues
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